Critica - Jane the Virgin

 

Já me tinha deparado com esta série no Netflix, vezes e vezes sem conta, nas várias vezes em que preguiçosamente fazia scroll em busca duma série para ver. Contudo, para mim, o nome nunca foi apelativo e por essa razão nunca lhe dei oportunidade até uma amiga ma ter recomendado incessantemente. 

Assim, certo dia, cliquei play e entrei para uma das melhores surpresas de sempre. 

Jane the Virgin, conta a história duma jovem chamada Jane Villanueva que vive com a mãe e com a sua avó onde, desde o início, se percebe não só a solidez da sua família e companheirismo entre as mulheres, bem como as influências latinas que fazem parte da sua história. 
São, uma família como outra qualquer, com os seus afazeres, os seus empregos, relacionamentos e acontecimentos marcantes. 
Jane, namorada de longa data de Michael, não podia estar mais apaixonada e ansiosa por uma vida a comum. Contudo, uma promessa à sua avó feita em criança, fê-la aguardar virgem pelo casamento. Assim, certo dia, enquanto Jane se dirigia à ginecologista para uma consulta de rotina, Michael preparava um jantar romântico para pedir, enfim, Jane em casamento!

Enquanto Jane aguardava na marquesa pela Dra. Luisa Alver, a sua ginecologista, acabou por adormecer. Já atrasada para as consultas, a Dra. Luisa vinha completamente arrasada para o seu emprego após ter descoberto que a sua namorada a estava a trair. Assim que chega ao consultório, uma auxiliar recebe-a e informa-a que estão duas pacientes à sua espera, uma para inseminação artificial e outra para um simples papanicolau. Quando abre a boca para lhe dar mais informações, a Dra. Luisa acaba por silenciá-la de forma aborrecida informando que sabe bem o que fazer com o seu trabalho. 

Acaba por entrar primeiramente no gabinete de Jane e, ainda com a cabeça noutro lugar, acaba por confundir as pacientes e fazer a inseminação artificial à pessoa errada. Contudo, só acaba por perceber quando entra no gabinete da segunda pessoa que descobre ser Petra, a mulher do seu irmão Rafael, que queria fazer a inseminação artificial para o surpreender, visto que o mesmo tinha sido doente oncológico. 
Alarmada, não abre a boca sobre o erro cometido, e decide fazer a inseminação com soro! Ao terminar o dia de consultas, rezou para que Jane não engravidasse e que Petra desistisse da ideia. 
Semanas passaram e depressa os enjoos começaram. Um desmaio no autocarro levou Jane ao hospital e ao diagnóstico de gravidez. 

Desde descobrir o que se passou, ao contar ao seu namorado que era virgem mas grávida de outra pessoa... todos os caminhos destas personagens se juntam para uma hilariante e emocionante história onde não falta amor, amizade, companheirismo, vingança e lições pelo caminho, típicas das novelas mexicanas que as mulheres Villanueva tanto gostavam de ver. Só não esperavam é que a vida delas também daria uma!
Onde os vilões se tornam amigos, os que não fazem mal a uma mosca afinal partem a loiça toda mas uma coisa é certa: é impossível não sorrir e nos sentirmos parte do elenco.


Com diversas indicações e prémios ganhos, esta é sem sombra de dúvida, uma série a ver para todos os que desejam sentir fazer parte de algo.

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